Arquivo de Março, 2009

Ongoing projects

Março 24, 2009

Ok, so I decided to take a new approach to this blogging thing. I guess I don’t write here too much because I simply don’t feel like writing witty remarks and stuff like I used to do in my previous blog. So I guess I’ll keep this as more of a journal for the things I’ve been doing.

So here’s what’s on my mind lately: one of the colleges in which I teach have this idea of research lines to be developed. They’re asking for professors to design research projects to start implementing them next semester. I’ve been getting more and more interested in the relation between teaching practices and learning, and there are quite a few problems that we deal with daily in that college that should be dealt with a more scientific approach. Some time ago I was reading about Fred Keller’s PSI and I was very interested in that. Unfortunately, the colleges I teach in are not that open for a program like that, so I’ll do my best to try to implement the closest approach to a behavioral based teaching system I can get.  I have to submit my research line project until tomorrow, when we’ll have a meeting with the college’s director.

Besides that, I was asked to join another psychologist to work with him in his clinic. I’ve been thinking on working with clinical psychology for quite a while now, so this may get serious.

Finally, I’m having problems with keeping my work at MobyGames up to the standards I used to have last year. I’m contributing a lot less than in the past, and my last game submitted, The Kiwi’s Tale, took me more than to months to submit (sorry, Erik!).  I’ll try to organize things so I can contribute more to the project (both as a contributor and approver).

Depois da Guerra

Março 14, 2009

Estive ouvindo o mais recente (pra não dizer novo, porque saiu ano passado) disco do Oficina G3, Depois da Guerra.

Depois da Guerra

Eu estava curioso com o que viria a ouvir, porque o último álbum deles, Eletrakustica, era mais um disco faturando em cima de músicas antigas. O Oficina já tinha um disco acústico antes disso (naquela época infame em que acústico era moda) e esse novo eu nem fiz questão de ouvir. Tenho certeza que deve ter umas boas novas versões, até porque o Juninho (Afram, guitarrista) estava nos vocais e eu gosto dele cantando. Mas eu estava esperando música nova, então esperei este álbum que agora comento.

Eu nem lembrava que já tinha ouvido uma das faixas do novo álbum no myspace, “A Ele”, e ao ouvir de novo, lembro de não ter ficado impressionado. É uma balada como várias outras do Oficina, nada de extraordinário. A novidade era o vocalista, Mauro Henrique, que não me impressionou, até porque naquela faixa dividia os vocais com o Juninho.  Muita gente não gosta do Juninho cantando, porque acha que ele é o típico guitarrista fazendo as vezes de vocalista. Mas de todo mundo que passou pelos vocais do Oficina, ele sempre foi quem mais encaixou nas músicas, pelo q senti, talvez pelo fato dele compor muita coisa pra banda. O Manga me parecia deslocado, o PG era bom, mas eu não sentia firmeza. Eu lembro de tê-los visto ao vivo em 2003, e lembro que eles tiveram q baixar uns 2 tons do que o PG cantava pro Juninho dar conta, mas eu sinceramente gostei. O Além do que os olhos podem ver foi um álbum foda, muito foda, e o Juninho deu conta tranquilo. Enfim, olhando em retrospecto, eu não achei q esse novo álbum fosse ser grande coisa.

Mas ainda bem que eu estava enganado, o disco é muito bom. Musicalmente o Oficina G3 é uma das melhores bandas de metal do país, o tanto de Dream Theater que entrou na veia do Juninho fez a banda melhorar musicalmente um monte, e isso sem perder as próprias características. Eu sempre digo que o Juninho é um guitarrista que soa como ele próprio, q vc sabe quem é quando ouve. E nesse disco tem isso em muitas faixas, vc ouve e fala “é Oficina”. O teclado do Jean tb é algo bem característico da banda já. Pra uma banda que trocou de formação tantas vezes, manter uma “personalidade” musical é algo meio foda, e esses caras mantém isso. Pero no mucho…

Ao mesmo tempo que você reconhece o Oficina a cada novo álbum, nem sempre é sem esforço. O “Além do que os olhos podem ver” era (ou ainda é) o melhor álbum deles pra mim pq eles tinham assumido o metal de um jeito q eu nunca tinha visto, mas eu fiquei com medo do tanto q aquilo era técnico e lembrava o DT. Então o Oficina sempre teve essa coisa de “parecer” outras coisas em uma faixa ou outra. No Humanos mesmo tem uma faixa que o próprio Duca (Tambasco, baixista) disse q parece Back Street Boys. Parecer DT era bem melhor, mas sei lá, isso sempre me incomodou. Não sei pq o Oficina tem q flutuar sempre parecendo alguma outra coisa em alguns momentos. E nesse novo álbum eles acabam parecendo com algo q me desagradou um tantinho: com as bandas novas de metal dos EUA, q têm vocaizinhos screamo.

Eu não sei se é culpa do vocal novo, mas eles enfiaram uns screamos nas músicas q, sinceramente, eram  totalmente dispensáveis. Eles já tinham flertado com umas nu-metalices em discos anteriores (no Humanos o “mano” Jean dá o ar da sua graça), mas agora foi triste, pq screamo é triste. Isso pq tinham me dito q tinha gutural no disco, ma gutural é gutural e screamo é screamo. E screamo fede. Mas tudo bem, se vc deixar isso de lado, vc consegue gostar de todo resto, pq é o mesmo metal progressivo q eles vinham fazendo (embora tenha um tanto bom de baladas nesse disco novo). E dessa vez, pra agrado daqueles q acham q o Juninho não é adequado, eles têm um vocal de verdade. O Mário Henrique tem uma voz forte pacarai, daquelas no naipe do Coverdale, do Jorn Lande e congêneres. Não, não q pareça, mas é q eles têm aqueles maneirismos de vocalista de rock, e tem um timbre moito bom. Eu tenho certeza que as músicas que o Manga cantava vão ficar foda na voz dele, pq o Manga tinha um vocal mais grave, mas fico curioso pra ver como ele vai cantar as coisas da fase PG.

Outra coisa que eu acho estranha, mas que deve ter a ver com o caráter ministerial da banda, é o fato do baterista que gravou este e o disco anterior,  Alexandre Aposan, não ser membro efetivo da banda. O cidadão é moito bom, dá conta da quebradeira atual do Oficina e aparece um monte no álbum. Eles deviam criar vergonha e achar um baterista fixo pra banda.

Ah sim, antes de terminar, o disco tem 3 faixas em inglês. Faixa em inglês em disco do Oficina não é novidade, mas eu li em uma resenha que dessa vez tava melhor porque o Mauro Henrique tem uma pronúncia melhor. Sinceramente, eu não gostchei tanto assim. Ver brasileiro cantando em inglês a contento é foda, e eu não acho que o Mario Henrique seja tão bão assim. É bonitinho, mas sabe qdo é quadrado demais? Meio q o mesmo erro q o Falaschito comete. Das 3 faixas, uma é uma regravação de People Get Ready, do Curtis Mayfield, e a outra é uma regravação duma música da banda anterior do Mauro Henrique, que é boazinha.

Enfim, o disco é bom, é muito bomm. Eu não ouvi, mas minha filha número 3 ouviu e disse que é bom. Acho que ainda prefiro o anterior, mas talvez seja porque ouvi pouco.

Faith no More is back!

Março 3, 2009

That’s it! All I had to say about them (and specially about Mike Patton) I already said in my old  blog and, unfortunately, it is all in Portuguese. The thing is that I’m really excited about it, and I wish them to make excellent music again, and maybe come to Brazil so I can see them.  And to celebrate, I’ll quote a song by them (in Portuguese, though, as Mike wrote it because he really likes Brazil):

“Eu não posso dirigir
e agora aparece
meu dedo enterrado
no meu nariz”